É sempre o mesmo papo fatalista. Com o crescimento de uma mídia, aposta-se no fim de outras. O assunto é levado mais a sério, no entanto, quando o editor do maior jornal impresso do mundo não descarta a possibilidade do New York Times ser editado apenas pela internet em cinco anos.
Nos Estados Unidos uma pesquisa da Edison Media Research, divulgada pela ComputerWorld, prova que a Internet não apenas já superou os jornais como está bem perto da TV como mídia preferencial. Para 38% dos entrevistados a internet é a mídia mais “legal e excitante”.
Em 2002, 20% dos consumidores americanos tinham a internet como mídia favorita, contra 39% da TV e 26% do rádio. Cinco anos depois 36% preferem a TV, enquanto 33% preferem a Internet. Depois vem o rádio com 17% e os jornais impressos com 10%.
E não pense que esse é um fenômeno exclusivo de primeiro mundo. Se por aqui a TV continua soberana, outras mídias já sentem a cada vez mais forte presença da Web. Segundo pesquisa do Instituto Sensus, a Web no Brasil é a terceira mídia preferencial, com 9,4% , enquanto os jornais impressos ficaram com 5,4% e as revistas 0,9%.
Evitando o tom fatalista, parece pelo menos que a tendência dos jornais impressos, com enormes estruturas, tanto no que se refere à equipe quanto a equipamentos, será mesmo se reinventar para não correr o risco de morrer.
Fonte: Blog Fundamental
E para não esquecer, gostaria de comunicar aos nossos seletos leitores que a 51º publicação da revista Lucienne que este ano completa nove anos de criada já está nas bancas, e tudo indica, para tranqüilizar minha amiga de sala que ela ainda vai lançar muitas edições.
2 comentários:
adorei a nota...
a luciene merece!
e soh pra implicar um pouco... o nome da prof eh Zilma e não Nilza! kkkkk
se bem que de Nilza pra Zilma não é muito loooonge kkkk
abração galera..
=]
poxa que essa turma é uma figura[rs]xerao
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